Partido Progressista lança Revista da gestão Odelmo Leão

Aconteceu no dia 9 de maio coletiva de imprensa na sede do PP (Partido Progressista) no bairro Fundinho, em Uberlândia. Com o objetivo de lançar publicação sobre os oito anos do mandato de Odelmo Leão, com início em 2005 e término em 2012.

Com iniciativa da Fundação Milton Campos a Revista foi lançada com a preocupação de mostrar aos brasileiros um modelo de gestão progressista. Além da presença de Odelmo Leão na mesa principal, também estavam reunidos os vereadores Vilmar Resende, Felipe Attiê e Wilson Pinheiro.

O encontro também reuniu os ex-secretários da Prefeitura durante a liderança de Odelmo. Estavam presentes Aldorando Dias de Sousa, Marli da Silva Vieira Melazzo, Ana Paula Junqueira, Iracema Barbosa Marques, Walquíria Borges Naves Lorena, Mônica Debs, Gladstone Rodrigues da Cunha, Carlos Nazareno, o diretor do Procon, Franco Cristiano, o publicitário Orestes Gonçalves, Rosenvaldo Ramos, Rosalina Vilela e outros. Ao apresentar a Revista, o ex-prefeito disse que achou justo fazer o lançamento aqui na cidade primeiro em respeito à imprensa e as pessoas que o ajudaram durante a administração. “Faço questão de lançar em primeira mão aqui na cidade de Uberlândia, porque é um lugar que considero muito e que tive o apoio do povo que sempre me aplaudiu e me ajudou a conseguir os mais de 90% de popularidade, me elevando à categoria de administração modelo durante dois mandatos à frente do município ”.

A Revista

Com assinatura feita por Francisco Turra, presidente da Fundação Milton Campos, responsável por mostrar os grandes feitos dos administradores executivos do PP, a Revista traz fotos e textos explicativos das obras executadas nas duas administrações de Odelmo Leão.

O ex-prefeito discursou sobre cada item e falou sobre os fatos que aconteceram após as eleições de 2012. Ele comentou como surgiu a inicativa da Fundação em produzir a Revista. “Nós fomos procurados por mais de 70 prefeitos de quase todos os estados brasileiros que estavam interessados em saber como foi a administração que nos conduziu a conquistar tanta popularidade em Uberlândia. Ao tomar conhecimento do nosso trabalho, a Fundação mandou confeccionar uma Revista e um vídeo muito interessante. Esse material está sendo distribuído em todo o Brasil a todos os prefeitos, vereadores, deputados e diretórios do PP”.

Odelmo explica como está sendo distribuído o conteúdo da Revista e mostra que na primeira página o presidente da Fundação faz algumas colocações apresentando esse trabalho. Já na segunda página ele relata que faz agradecimentos a Deus, ao povo de Uberlândia, aos servidores públicos municipais, aos agentes políticos e também um agradecimento especial ao ex-governador Aécio Neves e ao atual governador Antônio Anastasia, além de relatar o que foi feito para a saúde pública de Uberlândia. “Nesta Revista destacamos também toda a implantação da saúde pública que fizemos para melhoria dos atendimentos na cidade. Citamos os hospitais, primeiro o Municipal, que na minha avaliação é um hospital modelo no Brasil, como também o Madrecor que  ajudei como deputado federal a liberar os recursos para que ele fosse reconstruído e inaugurado na minha gestão. Sempre disse que, a partir da inauguração, as pessoas necessitadas de atendimento hospitalar em Uberlândia passariam a ter uma instituição própria e as vagas do Hospital Escola de Medicina seriam abertas aos pacientes da região. Foram feitos mais de vinte e cinco mil atendimentos no Hospital Municipal, mais de seis mil cirurgias, mais de cinco mil partos, enfim, exames de tomografia, de ressonância, todos esses exames eram feitos na Medicina. A partir do momento em que o Hospital Municipal foi entregue, automaticamente foram abertas vagas para o atendimento regional. Esta foi a nossa colaboração para a saúde pública de Uberlândia, o modelo que nós tivemos que implantar nos oito anos. Inclusive o município chegou a gastar de 26 a 30% do orçamento próprio enquanto a constituição diz que o município teria que aplicar apenas 15%”.

O ex-Prefeito também  comenta sobre outros benefícios  que trouxe para a cidade no período em que administrou. Foram citados por ele os programas sociais dos idosos, das crianças, os cursos profissionalizantes, a área de infraestrutura com benefícios que foram feitos nas principais avenidas, travessas, viadutos, enfim, todos estes registrados no memorial. Leão também destaca os trabalhos feitos no trânsito e na habitação: “lutamos por dois anos solicitando um novo sistema de transporte. Novos carros foram colocados na frota que hoje é modelo para o país. Na categoria acessibilidade, recebemos vários reconhecimentos inclusive da ONU, temos uma frota 100% acessível. Quanto à área da habitação, entregamos mais de dezoito mil casas à população Uberlandense. Fizemos mais de quatro mil regularizações, inclusive em bairros como Minas Gerais, Luizote de Freitas, Segismundo Pereira e outros”.

No que se refere ao desenvolvimento econômico Leão diz que alcançou os maiores indicadores depois da capital, superiores aos indicadores nacionais. “Não deu para colocar na Revista todos os novos investimentos que fizemos em Uberlândia, mas existem alguns como a Zona Franca de Manaus, as ampliações inclusive de empresas que aqui estavam e outros investimentos que já foram iniciados. Um exemplo é a AMBEV, que não vinha para Uberlândia. Descobrimos que iria para Uberaba ou Itumbiara, então fomos atrás, trouxemos o pessoal aqui, eles vieram com um pouco de resistência no início, mas finalmente bateram o martelo e a empresa está sendo instalada. Então é isso que esta Revista do Partido Progressista e da Fundação Milton Campos vai levar a todas as instituições progressistas do país”.

Desabafo

Leão desabafa após se ausentar da mídia por oito meses, em meio a boatos que foram espalhados a respeito dessa ausência. “Por respeito, desde que passaram as eleições em 7 de outubro de 2012, procurei não mais dar entrevistas. Isto foi algo que pratiquei para que as coisas pudessem caminhar em nossa cidade com muita tranquilidade. Este foi meu desejo e sempre vou agir assim quando achar necessário. Ouvi comentários de que  gastei antecipadamente o dinheiro destinado ao hospital, que teria dinheiro  disponível até o mês de maio. Isto não é verdade, o  convênio assinado no mês de maio de 2012 era para fazer parte das despesas do ano em vigência. Mas houve atraso na assinatura do contrato, que ocorreu tardiamente e como consequência, todo o recurso deste convênio devia ser aplicado no ano de 2012, que foi o ocorrido. Nós temos instituições zelosas e sérias em nossa cidade, e caso não tivesse acontecido como estou falando, o Ministério Público já teria imputado uma ação contra minha pessoa por improbidade  administrativa”.

Outro comentário também relacionado à saúde que o ex-prefeito ouviu e se defendeu, diz respeito aos medicamentos. “Disseram que não deixamos remédios, isso também não é verdade. Nós deixamos estoques de remédios para os dois primeiros meses e só não deixamos mais porque durante a transição, quem comandava nos entregou o ofício dizendo que não era para prorrogar nenhum contrato de remédio que tivesse majoração de preços. Não posso fazer de livre e espontânea vontade o aditamento de um contrato, sendo que a administração que assumiria não me autorizaria a fazer”.

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