Mauro Mendonça completou 50 anos de carreira na imprensa

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Por Luzia Castelo Branco – Fotos: Arquivo Dystak’s

 

Há 50 anos, os comunicadores não tinham a liberdade de expressão que se tem hoje. No auge da popularidade da ditadura militar, em 1970, quando o regime militar censurava todos os meios de comunicação, dissidentes eram torturados e exilados. Fator marcante em todo o Brasil, especialmente para os profissionais da imprensa. Naquele tempo, ainda não existia no Brasil, o telefone móvel e nem a internet. O oposto do que acontece atualmente, pois a comunicação está cada vez mais acessível e marcada pelo excesso de informação.

Apesar do surgimento de novos meios de comunicação de massa, os tradicionais como jornais, revistas, rádio e televisão, nunca deixaram de existir, mas tiveram que se adaptar aos novos tempos. Como os meios impressos que mudaram após o surgimento das emissoras de rádio, assim bem como as rádios se adaptaram a partir do lançamento da televisão, e sucessivamente com o surgimento da internet e do telefone móvel.

Nesse contexto, em meio há tantos acontecimentos, os profissionais tiveram que se reinventar. Os que estavam iniciando suas carreiras naquela época e ainda estão na ativa, têm muita coisa para contar, são considerados privilegiados, pois vivenciaram situações históricas que os seus filhos e netos vão conhecer, mas não terão a oportunidade de enxergar com a mesma essência, por causa das diferenças entre as gerações.

“Empresas de sucesso não são somente aquelas que sobrevivem, mas as que conseguem passar a metodologia de trabalho aos seus sucessores, preparando-os para substituí-los”, foi o que afirmou o comunicador Mauro Mendonça, que começou a sua carreira na imprensa em 1º de abril de 1966, completando em 2016, 50 anos de atuação nesse segmento.

 

Mauro Mendonça – Nascido no dia oito de dezembro de 1946, no Hospital Santo Antônio, em Araguari – MG. Mauro veio para Uberlândia com os seus pais, Cassimiro Barbosa e Elza Mendonça Barbosa, em busca de uma vida de empreendimento, em nove de maio de 1961. Sempre trabalhou muito, antes de ser repórter, foi sorveteiro, vendedor, açougueiro, tintureiro, entre outros bicos que fazia para complementar a renda.

Com uma voz marcante e imponente, começou a destacar o seu trabalho nas emissoras de rádio aos 20 anos de idade, e através de seu profissionalismo conquistou o respeito dos colegas renomados, além de contribuir significativamente com a audiência das emissoras através do jornalismo esportivo. Desde aquela época fez amizades importantes, organizou campeonatos, produziu o próprio jornal, o Panorama Esportivo. Logo criou a Revista Dystak’s, onde destacou os principais fatos da sociedade uberlandense, iniciativa relevante que contribuiu com o sucesso da sua jornada na imprensa, e com a vida de empresário.

Apesar de ser Araguarino, é considerado uberlandense, não somente pelo título de Cidadão Honorário que lhe foi concedido em 2003, pelo então vereador da época, Adalberto Duarte, mas pelo amor que tem pela cidade e por fazer parte da história de muitas pessoas e instituições do município no exercício da profissão.

É uma pessoa que não desiste nunca, tem a autoestima elevada, é sempre prestativo, e acredita no seu negócio, independente do que falam ou pensam. É um defensor de sua marca e de Uberlândia. Seus veículos de comunicação visam destacar os empresários que são daqui. É sempre direto, objetivo e focado. Conquistou o respeito no meio empresarial, político e perante os profissionais da comunicação. Quando percebe que está certo, ou quando quer defender as pessoas que gosta, põe a cara para bater sem medo. A maioria das pessoas da sociedade uberlandense que o conhece sabe de sua capacidade para registrar momentos importantes, e da sua disposição, como consta em cada uma das 332 edições publicadas e editadas por ele juntamente com a sua equipe. Dono de um arquivo pessoal que muitos historiadores não têm e não conseguiu registrar, conteúdo que não se encontra na internet. Fatos relevantes que ficaram em cada espaço de um dos tipos de mídia tradicional, que ele atua até os dias de hoje, revista impressa. Além de ter atuado inicialmente e ter construído a sua carreira em rádios tradicionais da cidade. O seu nome foi passado de geração em geração, desde as pessoas da sua idade, até os filhos e os netos de figuras importantes de Uberlândia. Tem uma memória de elefante, é conhecido como uma agenda ambulante, porque sabe de cabeça, o número do telefone de várias personalidades. É um visionário e pau para toda obra, não gosta de projetos, mas de viver a certeza da prática. Considerado grande fonte de informação, sabe de tudo um pouco sobre vários segmentos. Tem uma carteira invejável de grandes clientes e acesso livre a qualquer evento que ocorra na cidade, pois conquistou a confiança das pessoas, tudo graças ao seu suor e determinação que tem até hoje. Embora seja muito exigente e criterioso, tem pessoas que o ama, pois o seu perfeccionismo extrai o melhor de quem convive com ele, fazendo com que tudo aconteça da melhor forma possível.

Esse grande profissional da imprensa que já vivenciou momentos únicos, construiu o seu nome com muito esforço e trabalho árduo, contou para os leitores da Revista Dystak’s, um pouco da sua experiência e trajetória profissional. Ocasião que serve de referência para os atuais e futuros comunicadores de Uberlândia.

 

Como e quando iniciou a sua trajetória na imprensa?

Eu havia deixado o Exército Brasileiro no dia 31 de março e no dia seguinte, em 1º de abril de 1966, fui convidado pelo J. Ferreira para fazer um teste na Rádio Cultura, na época localizada na Rua Santos Dumont, 392. Aceitei, passei no teste, e comecei ali. Era um desastre, mas aos poucos a audiência musical foi aumentando e passei inclusive para o esporte.

Quais foram os veículos de comunicação em que você atuou?

Jornal Correio de Uberlândia, O Triângulo, Tribuna de Minas, Rádios: Cultura, Educadora e Difusora, além de freelancer para a Planalto de Araguari e Brasil Central (Goiânia). Fui também correspondente da Inconfidência de Belo Horizonte.

Quais foram os principais desafios, e as maiores conquistas?

Desafios foram vários. A cada dia surge um novo. Conquistas superaram tudo que aconteceu em minha vida. Só por ter sofrido três acidentes gravíssimos, fraturado a coluna e estar falando, andando e enxergando são bênçãos que Deus reservou para mim.

O que mais te marcou no início de sua carreira na área da comunicação?

São duas fases bem distintas. Primeiro foi quando comecei a trabalhar nas emissoras de rádio. Jamais tinha pensado neste trabalho. Foi sorte. Na época só existiam cobras do microfone. Eram profissionais mesmo. Hoje as coisas mudaram muito e tem gente que está na imprensa por falta de opção em suas vidas. Está muito em moda, o ‘se eu não me engano’, ‘isto foi assim ou assado’.  Quando comecei na rádio, nossos diretores não admitiam isto. Ou você sabia, ou ficava calado até se informar melhor.

Foi na Rádio Cultura que tive a oportunidade de participar de uma equipe de esportes com J. Expedito, Luis Alberto, Zé do Bode, Manuel Neves e até o Cleto Gomes, um grande narrador que está morando com Deus.

Nesta época comecei a organizar campeonatos de futebol e tudo foi um sucesso. Criamos as copas Cidade e Campo, Campeonato Varzeano e outras competições. O pessoal da Liga Uberlandense de Futebol ficava brabo com o sucesso, mas graças ao apoio maior não conseguiram acabar com os nossos campeonatos que lotavam campos como Odilon Guarato, Engenharia, nos Distritos de Martinésia e Cruzeiro dos Peixotos e em locais como, a Tenda dos Morenos, Olhos D´agua, Quenta Sol, Cruz Branca, Terra Branca, Samambaia, Colégio Agrícola, Santa Maria, Usina Ribeiro, Água Limpa, RCM e muitos outros. Tínhamos equipes da cidade, distritos e fazendas. Esportistas como, Olavo Fernandes, Oldemário Fernandes, José de Leva, Miguelão, José Bernardes, Alaor Carlos Garcia, Oli de Oliveira, Sílvio Quati e muitos outros que jamais poderão ser esquecidos nesta minha arrancada no esporte, me levando inclusive a vice-presidência da Liga Uberlandense de Futebol. Muitos dos atletas de época ainda estão no futebol e outros pararam. Tínhamos até atletas que deixavam o profissionalismo no Ipiranga e mesmo no Uberlândia Esporte, para disputar os nossos campeonatos. Saudades daquela época com Nenzinho, Guegué, Olgálvaro, Dozinho, Olavinho, Branco, Neirismar, Osvaldão, Gute, Maurinho, Paulinho, Haroldo, Domingos, Iodalmo, Grilo, Chêda, Azulão, Banjo, Pavão, Ninico, Zucope e dezenas de outros que integravam as diversas equipes, não só do Varzeano, mas também na Copa Cidade e Campo.

Com o sucesso dos campeonatos fui convidado para trabalhar na Rádio Educadora, onde fiquei ao lado de profissionais como Paulo Henrique Petri, Ophir Lopes Cândido, Alfonso Andrada Prieto, Ademir Reis, Maurílio Catito, Ronaldo Silva, Darci José, Danúbio Bezerra, Alfredinho, Gideon de Oliveira, Hugsmar Quintino, Josué Borges, Oliveira Rezende, Abílio Segadães, Deli Azevedo e outros “cobras”. O diretor da ocasião era o grande Moacir Lopes de Carvalho e o “gerentão” era o Sérgio Martinelli.

Na ocasião os diretores do Canal 8 compraram a Rádio Cultura e após firmarem contrato com o Paulo Henrique Petri, autorizaram que ele montasse a sua equipe. No melhor time que foi para a Cultura estava o meu nome, onde fiquei até o final de 1971. Lembro-me da Copa de 1970, quando a nossa equipe através do pioneirismo de Paulo Henrique premiou um casal que foi assistir a Copa do Mundo no México. Foi uma grande premiação. O time da Rádio Cultura era fera. Era sempre uma promoção após outra e isto prendia a audiência do ouvinte, levando a emissora ao primeiro lugar.

Em oito de dezembro de 1971, dia do meu aniversário o Paulo Henrique me demitiu e fui trabalhar na rádio Difusora, que estava no último lugar em audiência. Cheguei à emissora de propriedade do ex-prefeito Geraldo Ladeira que era também gerente da Caixa Econômica Estadual. O Elói Costa era o gerente da emissora. Foi uma época difícil. A CTBC havia prometido apenas mais quinze dias para cortar os telefones, a Prada estava ameaçando o corte de energia vencida há quatro meses e os funcionários aborrecidos com os salários em atraso, não obedeciam às ordens superiores. Saímos a campo e procuramos os clientes, e a resposta foi imediata. Foi aí que montamos a equipe de esportes com o Ophir Lopes, Luis Alberto Tomé, Paulo César Martins e outros que estavam afastados.

No dia 19 de setembro de 1973 estávamos viajando para transmissão do jogo entre Vila Nova e Uberlândia Esporte, no Estádio Pedro Ludovico em Goiânia. A caminhonete em que viajávamos capotou e foi terrível. Ficamos vivos somente pelas graças de Deus. Não morremos por sorte. A difusora não tinha a mesma potência profissional e financeira da poderosa Cultura, mas estava em todas.

Notícias eram com nós mesmo. A todo instante fazíamos reportagens sobre Lions, Rotary, clubes sociais, esportivos, inaugurações, jogos e tudo que acontecia. Isto foi dando credibilidade à emissora e mantivemos no segundo lugar de audiência por muito tempo.

No suporte musical da emissora tinham Zé do Bode, Manuel Neves e o grande Ari Novais, uma das maiores audiências sertanejas que já atuaram em Uberlândia. As comunicações eram difíceis e os recados eram repassados pela rádio. O tio Ari deitava e rolava com o seu programa. Saímos do último para o segundo lugar. Tirar o Paulo Henrique Petri com a Rádio Cultura do primeiro lugar era impossível. Além de ser excelente profissional criativo e cheio de garra, ele tinha o apoio da direção da emissora com Renato de Freitas, Luis Humberto e Tubal de Siqueira e Silva.

Época de grandes lembranças na minha vida. Além do meu trabalho na rádio eu continuava fazendo os campeonatos e neste período tínhamos um time de handebol, da Loja das Bandeiras e outro de voleibol, do Esportes Imperial. Duas grandes equipes que até hoje me bate saudades cujas integrantes eram: Tânia, Ilza, Vera Márcia, Leila, Márcia, Elaine, Rolderice, Rosângela, Bete Bochecha, Silvânia, Cleonice, Bevilacqua e muitas outras, hoje avós e pessoas de destaque na sociedade onde vivem.

A outra etapa que marcou a minha carreira aconteceu quando pressionado pela própria vida fui ser comerciante em Rio Verde – Goiás. Voltei um ano depois sem nada. Fui trabalhar com o Celso Machado até nove de março de 1979, quando fui dispensado pela situação que estava vivendo.

Como sempre fui observador, aprendi como montar jornais e foi aí que entrei na mídia impressa, além de fazer bicos em emissoras de rádio. Nesta ocasião como eu era muito ligado ao esporte, acabei criando o jornal Panorama Esportivo. Mais tarde veio o jornal Dystak’s cobrindo fatos e coisas da sociedade, depois a revista que representa muito para a comunidade com quem convivemos e estamos completando 31 anos, e por último, o programa Dystak’s na TV, que completou sete anos, e está sendo comandado por meu filho Gleiner Mendonça. Ambos fazem parte dessa história de sucesso neste cinquentenário de carreira na imprensa.

Quais foram às pessoas que mais contribuíram com o seu sucesso na área?

Nossa são centenas. Em nome do Pedro José Nascimento, Luiz Fernando Violatti, Santelmo Souto, Raquel Paes Leme, Fábio Pozzi, Rosana Gomes, Edval José da Costa Angélica Ferreira, Rodrigo Magalhães, Morillo Cremasco, Sebastião dos Reis, Tarcísio Cerqueira, Ademir Reis, Augusta Maria Mendes Mota, Sérgio Tannús, Joaquim Luiz de Paula, Paulo Roberto Salomão, Roberto Matos de Brito, Ivan Santos Pereira, Izaías Alves, José de Jesus Rizzo, Lázaro de Oliveira e Silva, Orlando Guimarães e muitos outros tenho que render agradecimentos e a cada um, orações como eles próprios acham que merecem. Tem ainda o fator preponderante de nossas equipes de trabalho onde Francisco Lúcio, Luzia Castelo Branco, João dos Santos Pacheco, Sueli da Silva, Vanessa Melazzo e muitos outros que passaram por aqui, temos que fazer agradecimentos e lembranças pelas atitudes de cada um no empreendedorismo da Dystak’s. Cada um sabe muito bem o que representou aqui em nossa empresa. Aplausos para o Joãozinho que está suportando as durezas e adversidades na Dystak’s há 31 anos.

Você é uma pessoa conhecida em Uberlândia, e tem relacionamentos importantes com pessoas e organizações renomadas, a que atribui isso?

Ao que procuro ser, sincero com as pessoas. Tem gente que considera isto arrogância, mas é o meu jeito. O Gilberto Gildo, pessoa muito ligada ao meio publicitário, me disse certa vez que eu representava meio a meio o sucesso e o insucesso da Revista Dystak’s, 50% para cada lado está bom. Uns dizem que sou bruto, grosso e carismático. O que nos deixam mágoas são as apunhaladas que recebemos pelas costas. Gosto sempre que as pessoas sejam como nós. Falamos na cara. Tem muita gente que cospe no prato que come e isto não foge as regras em nossos trabalhos. A inveja é a perseverança daqueles que não conseguem sobreviver nem com a própria família.

O que representou para você, esses 50 anos de atuação na imprensa?

Uma oportunidade de mostrar à sociedade e familiares que tudo na vida é possível. Até ser diretor de uma revista líder e pioneira em uma cidade como Uberlândia. Ocasiões oportunas para ser diretor de clubes, técnico de esportes, palestrante e ocasião para entrar em portas em que muitos não passam. Hoje graças a esta minha maneira isto representa muito, pois temos sempre a certeza do trabalho, embora saibamos que o pior que passamos na vida é o silêncio dos amigos.

Depois de tantos anos de experiência e conquistas, o que você pretende realizar, que ainda não realizou?

Liquidar os compromissos assumidos. Ter uma vida longa e uma morte rápida. Ficar doente em uma cama oferece oportunidade de muito sofrimento para aqueles que ficam com a missão de nos acolher. Temos que estar sempre preparados e fazendo o possível em vida, pois quando partirmos muitos terão a oportunidade de dizer que poderiam ter aproveitado um pouco mais de nossos conhecimentos e talvez até mesmo a arrogância.

Atualmente você se dedica para o sucesso da Rede Dystak’s de Comunicação, além desse trabalho, você participa de outros projetos na área de comunicação?

Nossa eu acho que é uma missão difícil dirigir uma revista há 31 anos, nos 50 de imprensa. Aqui por exemplo estamos com uma equipe enxuta e isto faz com que no horário normal, façamos comercializações e a noite as reportagens fotográficas e escritas, além do social que é fator preponderante para sobrevivência de qualquer empresa. Sobra apenas um tempinho curto para tentar ajudar semelhantes que se lembram de nós quando precisam. É o famoso 0800, mas são pessoas que às vezes nem nos conhecem direito, mas consideram que podem pedir aquele favorzinho.

Como você avalia a imprensa de Uberlândia? O que poderia ser melhorado?

A imprensa mundial está passando por transformações. Hoje as comercializações estão ficando cada vez mais difíceis devido ao fechamento das empresas de todos os portes e as multinacionais que chegam com outras mentalidades. Se você avaliar bem existem comerciais do mesmo produto nas várias emissoras de rádio e TV. O mesmo acontece com a mídia impressa. Aqui na Dystak’s temos como normas não procurar clientes que estão anunciando em outros veículos. Isto até causa estranheza, mas é uma maneira que começamos e está dando certo. Tem várias agências na cidade, mas contamos nos dedos de uma mão aqueles que fazem mídia com a Dystak´s. Os clientes preferem anunciar direto, porque aqui não cobramos por produções e nem tem comissões extras. Melhorar é preciso, mas primeiro temos que colocar profissionais no mercado e estes estão difíceis em todos os setores. Tem “cara de pau” que chega aqui e com um ou dois dias, quer ser o bambambã. Isto faz com que afastamos a molecagem do nosso meio.

O que você tem a dizer para os iniciantes na área de comunicação?

Trabalhem sério. Imprensa não é brincadeira e nem tem espaço para os fanfarrões. Para quem quer aparecer, seria melhor colocar uma abóbora ou melancia na cabeça e desfilar pelas avenidas. Tem até oportunidades de gente que aparece muito nas redes sociais, onde não me encontro, pois o tempo é muito curto. Comunidade social é uma oportunidade de as pessoas exporem aquilo que não conseguem ser na frente de um interlocutor.

O que mudou em Uberlândia nestes 50 anos de seus trabalhos na imprensa?

Tudo. O empreendedorismo, os programas de moradia, as construções dos grandes edifícios, os grandes centros comerciais, os shoppings centers, os meios de transporte, o asfaltamento de quase toda a cidade, os novos bairros que surgiram, os meios de comunicação, as partidas de homens de “ferro” que foram pioneiros em Uberlândia e muita coisa mais.

Na época em que comecei, os moradores brigavam por encascalhamento nas ruas em que moravam; as famosas vendinhas eram o sucesso, onde se comprava em cadernetas; as máquinas de arroz ficavam no centro da cidade; a estação ferroviária era bem central; o Fórum ficava na Praça Tubal Vilela; as hospedagens eram feitas em pensões; as consultas eram de donos de farmácias; emissoras de rádio eram AM (Cultura, Educacional, Difusora, Bela Vista e Educadora), hoje a FM está tomando conta. Os grandes shoppings de hoje não existiam na época, assim bem como a prefeitura era em um prédio na Praça Clarimundo Carneiro. Surgiram as grandes faculdades e universidades. Conseguir uma consulta com um advogado era pago. Ah se for enumerar as coisas, tudo mudou muito. É uma pena que os pioneiros se foram, e homens como Moacir Lopes de Carvalho, Ivan Miranda Vieira, Virgílio Galassi, Cícero Diniz, Messias Pedreiro, Jacy de Assis, Genésio de Melo Pereira, Alexandrino Alves Garcia, Joaquim Vital, Professor Vadico, Vivaldi Faria Lobato, Altamirando Dantas Ruas, Euler Lanes Bernardes, Raul Pereira de Resende, Renato de Freitas, J. B. Cury, Geraldo Migliorini, Ivaldo Nascimento, Carlos Saraiva, Edson Garcia Nunes (Porquinho), e milhares de outros já não estão mais conosco para verem de perto o que nossa juventude está propondo a fazer. Os que restaram estão lutando para manter aquilo que herdaram de seus pais e mantiveram aumentando a potencialidade.

Saudades nós temos das grandes olimpíadas estudantis, onde havia muita disputa entre Brasil Central, Estadual, Nossa Senhora, Liceu e muitas outras escolas com menor poder de conquistas, mas sempre estavam ali. Os grandes casarões cederam lugar para os prédios e a cidade está expandindo de maneira ordenada, onde as leis obrigam os investidores a cumprirem o que está determinado pelo município. Chegaram as grandes indústrias e muita coisa mudou. Uberlândia hoje é o ancoradouro do sucesso, pois no passado muita gente plantou e esperamos que os jovens não acabem com aquilo que ficou cravado no “Sertão da Farinha Podre”.

Na verdade tudo mudou. Até a nossa cidade. Chegamos aos 70 anos bem vividos, estamos vendo o trabalho dos filhos e outras coisas que agradam ou desagradam os mais experientes.

A quem você gostaria de fazer agradecimentos?

Missão difícil. Primeiro a Deus por tudo que estou vivendo. Meus companheiros de trabalho aqui na Dystak’s. Meu presidente sucessor Gleiner Mendonça. A jornalista Luzia Castelo Branco, pela dedicação nesta reportagem para uma revista onde ela foi uma guerreira. Ao Dr. Paulo Marinho pela dedicação no meu tratamento quanto fraturei a coluna. Ao Dr. Messias Araújo pelo acompanhamento na minha saúde. Aos investidores, leitores, amigos e familiares, assim bem como aos grandes homens que partiram para a morada eterna e lá de cima estão vendo tudo que praticamos aqui na terra, e com certeza, envergonhados de muitas coisas que estão acontecendo no mundo, as quais poderiam ser evitadas se a palavra humanidade fosse usada em todas as ocasiões.

 

Depoimentos

 

A equipe da Dystak’s conversou com pessoas de vários segmentos, que acompanharam e conhecem o trabalho de Mauro Mendonça na imprensa, desde quando iniciou a sua carreira, até os dias atuais. Pessoas que participaram dessa história de sucesso.

 

“Conheci o Mauro Mendonça em 1969, trabalhamos juntos na Rádio Cultura de Uberlândia, emissora campeã de audiência. Eu era técnico de som e ele locutor e promissor narrador esportivo. Mauro Mendonça faz parte da geração “de ouro” das emissoras de Rádio local, onde se destacaram nomes como Cleto Gomes Correia, Odival Ferreira, Orlei Moreira e Paulo Henrique Petri, entre outros. Com seu vozeirão impunha respeito, mais o seu jeito despachado e autêntico. Mauro sempre teve um lado empreendedor. Logo criou um jornal esportivo, transformado em social e hoje a Revista Dystak’s, publicação que honra a cidade pela qualidade das informações, pelo formato gráfico impecável e por registrar com precisão eventos sociais, empresariais e culturais relevantes. Essa revista é feita por uma equipe talentosa e comprometida com a excelência, pois Mauro sempre foi perfeccionista. Mauro Mendonça está completando 50 anos de marcantes serviços prestados em Uberlândia. Homenagens que ele merece, pois através da Revista Dystak’s que criou e lidera é possível contar uma história e revisitar como mais belas páginas da sociedade uberlandense. Parabéns Mauro Mendonça! Um abraço do amigo e leitor”. – Luiz Alberto Rodrigues – amigo do empresário Mauro Mendonça.

 

“Uma história de um guerreiro vencedor – 50 anos – nos conhecemos no início dos Anos 62 como alunos do Colégio Estadual Museu – de lá até aqui sempre estivemos juntos nas horas boas e nas difíceis, mas sempre no trabalho, buscando a realização dos sonhos. A saga da Dystak’s seus 31 anos mostra bem o trabalho fazer Mauro, ele soube criar um segmento de informação que veio ao encontro com o interesse da sociedade uberlandense, explicando assim o motivo do grande sucesso de suas realizações. Que Deus permita ao Mauro mais 50 anos de trabalho”.  – Dr. Paulo Roberto Salomão – empresário e médico.

 

“Primeiro quero parabenizar o amigo Mauro Mendonça pelos 50 anos de atividades. Pioneirismo, profissionalismo, garra e dedicação. Ele é ótimo companheiro, está sempre pronto para trabalhar e agregar. O homem que não deve ser apenas lembrado, mas nunca ser esquecido. Abraços”. – Hugsmar Quintino de Souza – analista comercial do Praia Clube.

 

“Mauro Mendonça, um jornalista e empresário de destaque na nossa cidade, que em minha gestão como presidente do Clube Cajubá, fez toda a cobertura das ações sociais, editando e distribuindo uma revista informativa do clube. Na época, aconteceu um fato curioso, foi mesmo o Mauro utilizando os filmes de 12 poses, nunca negou uma camarilha, uma quem quer que seja nos eventos sociais, pois sempre foi muito simpático e solícito com todos. Meu parceiro no trabalho de vendas, fazer lotes do Bairro Xangrilá, onde foi campeão de vendas. Trabalho este que marcou o seu recomeço profissional. E além de tudo mais isso, Mauro é meu especial amigo a quem tenho muito apreço e consideração. Parabéns pelos 50 anos de carreira”! – Antônio Naves de Oliveira – sócio honorário da ICASU.

 

“Nos tempos em que atuávamos na rádio, muito mais por amor, conheci um “cara” que às 3h da madrugada, escrevia sobre o esporte amador da cidade. Depois, ele ia para a feira vender hortaliças e até 11h voltava à Rádio Cultura, para, ao vivo, apresentar o que tinha escrito. O trabalho na rádio era por amor, e a época feira, era para completar o orçamento necessário, para viver e abrir uma poupança. Não é preciso dizer que assim começava uma carreira vitoriosa. Gosto muito de contar sobre este início da carreira do Mauro, porque mostra o quanto é bom trabalhar e ser um lutador, como ele foi, e agradecer a Deus que o iluminou”. – Paulo Henrique Petri – diretor de Eventos Sociais do Praia Clube.

 

“Dar depoimento sobre o Mauro Mendonça para mim é até fácil. Trabalhamos juntos nas rádios, Educadora e Cultura, durante as décadas de 60 e 70, e foi quando começou minha admiração pelo jovem companheiro, que iniciou repórter. Ele era magrinho, andava de bicicleta por todos os lados da cidade, com um gravador nas mãos, onde entrevistava personagens, líderes do esporte, promovendo todos os setores. Sempre foi muito organizado e gravava tudo na ordem, pois nem sempre conseguia editar antes do programa de esportes ir ao ar. Entregava-me o gravador com orientações (chamávamos Nariz de Cera) eu era o operador e técnico, e soltava tudo no ar, com acerto. Visionário, Mauro procurou outros caminhos e lançou uma revista, a Dystak’s que está aí como prova de sua qualidade de empreendedorismo, vencendo e superando o ritmo. Depois lançou um programa na TV, era o primeiro e me convidou. Infelizmente nesta época, eu estava envolvido na administração da rádio Visão FM e preparando para lançar uma Visão AM e não foi possível comparecer. Era a sua primeira incursão, no seu outro lado da comunicação social expandindo sua capacidade administrativa, e chegando ao que é hoje sua revista e o programa de seu filho, Dystak’s na TV. Maurão, você é companheiro, amigo, irmão, muitas coisas profissionais, espelhei em você, dentro da rádio. Minha admiração é inquestionável e estou feliz por dar este depoimento e compartilhar esta sua vitoriosa trajetória, como desbravador. Que sirva de exemplo a todos nós. Mais sucesso”. – Maurílio Catito – radialista aposentado.

 

“Falar sobre o Mauro Mendonça é falar de um ser humano incrível, um profissional à frente de seu tempo, de um amigo de todas as horas, dono de uma mente brilhante. 50 anos de profissão à frente de um mercado altamente competitivo, não é nada comum. Somente pessoas capacitadas por Deus, sobrevivem tanto tempo em destaque, principalmente na mídia que sofre mutações intermináveis. Parabéns pela sua competência, pelo seu talento, e principalmente por ser um visionário! Obrigada pela honra de ter um amigo como você”! – Dra. Flávia Carvalho – vereadora e odontóloga.

 

“Conheci o Mauro por meio de minha irmã que já trabalhava com ele. Tinha entre 16 e 17 anos. Foi meu primeiro emprego e aprendi muito. Profissionalmente, sempre achei que ele fazia o trabalho com muito amor. Dedicado, esforçado, trabalhador. E com todas as dificuldades pelas quais passou sempre demonstrou alegria pela vida e por fazer o que faz. E sempre teve muita fé. Ele nos motivava. Conseguia fazer tanta coisa ao mesmo tempo: escrevia, entrevistava, montava, revisava, distribuía. Era difícil acompanhá-lo, mas tínhamos que ter pique. Presenciei a primeira publicação do jornal Dystak’s, depois transformado em revista. Sinto-me orgulhosa por ter participado da concretização desta grande ideia. Nos dias de montagem chegávamos cedo, saíamos tarde e emendávamos o almoço, até ficar tudo pronto. E se precisasse, íamos para a gráfica ajudar. Era corrido, mas era muito bom. Sempre admirei a sua capacidade de se reerguer. Independentemente do tamanho do tombo, levantava e encarava a todos de frente. Eu presenciei isso. Não se revoltava, sempre reconheceu e se mostrou agradecido aos que o ajudavam. Nunca desistiu de lutar! No trabalho, às vezes ele ficava muito bravo quando algo não estava como tinha que ser, aí ele falava, brigava e saía nervoso. Pouco tempo depois voltava e parecia que nada tinha acontecido. Interessava-se pela nossa vida e da nossa família. Apoiava-nos e nos socorria nos momentos difíceis. Sempre o considerei muito humano por condoer-se com as dificuldades dos outros. Tenho muito carinho pelo Mauro. Perdi meu pai muito nova, e ele era uma figura de referência: impunha respeito e dava conselhos. Aprendi a gostar dele e da sua família. Naquela época o Gleiner era pequeninho e eu me afeiçoei a ele também. Hoje, meu marido e meus dois filhos também gostam e o admiram como se o conhecessem há muito tempo, pois sempre expressei o carinho que tenho por ele. É uma pessoa do meu coração e está sempre em minhas orações! Que Deus o abençoe”! – Dra. Eniêne Jânia Teixeira – advogada.

 

“Parabéns Mauro Mendonça, pelos 50 anos de atuação na imprensa”! Nesta época em que comemoramos mais um ano de sucesso, uma data memorável como esta temos que agradecê-lo e a todos os seus colaboradores, pelo trabalho duro, pelos sonhos realizados de tantas empresas que acreditaram que através do seu trabalho e da sua revista portas se abririam, meu caso por exemplo. Quero mencionar que tenho orgulho em fazer parte dessa história, e essa data significa mais uma vitória da Rede Dystak’s de Comunicação, que faz parte da história da nossa cidade. Sabemos muito bem o desafio que é manter uma equipe coesa, unida e vencedora. É um esforço conjunto que leva todos à vitória. Parabéns a todos os profissionais que fazem parte desse sucesso e de tantas realizações. Que o seu empenho Mauro Mendonça, continue trazendo bons resultados a todos nós, Felicidades e sucesso”! – William Dias – diretor da Granero Uberlândia.

 

“Com certeza Mauro é uma pessoa bem relacionada e tem seu trabalho reconhecido por toda a sociedade. Só pela marca Dystak’s existir há tantos anos já evidencia o quanto ele desempenha um trabalho importante. Ao longo dos anos, vimos ‘surgir e sumir’ vários meios de comunicação (revistas). A Dystak’s com o tempo, além de se manter forte ainda agregou outros veículos como a TV em sua famosa marca. A Rede Dystak’s de Comunicação, sempre evidenciou grandes empresas em seus anúncios e fortaleceu muitas marcas, além de estar presente na cobertura dos melhores eventos e poder acima de tudo ser a única empresa a proporcionar uma festa anual de muito luxo e glamour que reunisse os principais empresários, autoridades, políticos e pessoas formadoras de opinião não só da cidade como da região. Eu particularmente posso dizer que tenho uma história ímpar com esse grande homem, pois em uma época que não tive muitos amigos ele estava do meu lado e pude retribuir com a Graça de Deus em um momento em que ele também precisou e esteve só. Só nós e Deus sabemos o que passamos e ouvimos das outras pessoas, pois é fácil demais falar sem saber o que se passa realmente. Com o auxílio do Mauro consegui fazer minha faculdade e hoje me considero uma pessoa bem sucedida e feliz no que faço, e ele  sempre esteve presente em todas as etapas da minha vida desde 2002. Sou muito grata por ter o Mauro como amigo, pai, e conselheiro. Só tenho a agradecer e pedir que Deus o conceda muitas bênçãos e saúde para fazer tudo o que ainda sonha. Pois tenho certeza de que ele ainda continua a dormir das 12h às 14h, mas se precisar é só ligar, e nas madrugadas sua cabeça nunca para de funcionar e planejar novos sonhos e objetivos”. – Angélica Ferreira – promotora de eventos do Palácio de Cristal.

 

“Mauro Mendonça é um ícone da comunicação uberlandense. Fonte inesgotável de sabedoria e experiência. Conhecedor de todo processo da mídia impressa, ele escreve, fotografa, edita, vende, faz amigos. Pessoa verdadeira, que não mede palavras. Parceiro, conselheiro, empreendedor, ousado, dinâmico, ligado 24h! Parabéns Mauro!” – J Júnior – apresentador do programa, TV Animal.

 

“Conheço Mauro Mendonça há mais de 35 anos, um verdadeiro homem digno, trabalhador, persistente, lutando sempre para que a informação chegue à sociedade. Seu trabalho dignificou nossa cidade, as empresas, empresários, pessoas que aqui vivem e vieram para se instalar. Toda a sua família e funcionários envolvidos no projeto Revista e TV Dystak’s, que vi nascer e alavancar e hoje sucesso não só em Uberlândia, mas em todo o território nacional. Parabéns Mauro e família Dystak’s. Vocês conseguiram sedimentar a revista e o programa Dystak’s na TV com muita maestria”. – Dra. Ângela Botelho – presidente da 13ª Subseção da OAB Uberlândia.

 

“Parabéns Mauro pelos seus 50 anos de atividade jornalística, suas batalhas, desafios e superações. Tenho grandes recordações de nossas parcerias de muito sucesso, pela sua competência e credibilidade. Orgulho-me de fazer parte de seu rol de amigos e de sua consideração, por mais de 35 anos. Que Deus continue iluminando sua brilhante carreira. Um grande abraço”. – Sérgio Vitale Nominato – Administrador de empresas e corretor.

 

“No início dos anos 70, mais propriamente em 1972, o complexo de rádio e televisão de Uberlândia – Rádio Cultura e TV Triângulo, uniu-se sob o comando de Rubens Pereira Leite, Rubens de Freitas, Renato de Freitas e Luiz Humberto Dorça, no Jardim Umuarama. Este grupo de empresários surgiu com novos ideais, querendo apresentar uma moderna programação, tanto na rádio como na televisão. Em meados de 1970 os antigos proprietários já haviam contratado os melhores profissionais das emissoras de rádio daquela época, para uma nova face em todos os setores da Rádio Cultura, sob o comando de Paulo Henrique Petri. Foi realmente uma revolução nos setores de jornalismo, esporte e música. O Esporte amador, mais entendido, o futebol era um setor que praticamente inexistia na super Rádio Cultura. Foi aí que surgiu o Mauro Mendonça, um expedido repórter que monopolizou o futebol amador, criando e incentivando torneios e campeonatos. Mauro integrou os times rurais com os da cidade, fazendo surgir jogadores de bom índice técnico. O atacante Vivinho, que jogava na ASUFUB, time formado no âmbito dos funcionários da Universidade Federal de Uberlândia, que já dispunha do XV de Novembro foi um deles. É preciso que se diga que eu tive o prazer de trabalhar na Rádio Cultura nesta época com o Mauro Mendonça e vi surgir àquele jovem de personalidade forte, inteligente e acima de tudo dedicado naquilo que fazia. Hoje, Mauro Mendonça, juntamente com seu filho Gleiner Mendonça Machado este império do jornalismo interiorano chamado Revista Dystak’s. Parabéns Mauro Mendonça dos Santos pelos seus 50 anos de profícuo trabalho jornalístico”. – Josué Borges de Santana – advogado aposentado.

 

“Acredito que de todos os amigos do Maurão, pelo menos no meio jornalístico, sou um dos poucos que o acompanha dia a dia nesses 50 anos. Acompanho de perto toda a trajetória de sucesso dele, a sua luta diária para manter a nossa Dystak’s dentro dos padrões da tão exigente sociedade uberlandense. A vantagem do Mauro sobre todo o mercado, é que ele levanta bem cedo, sabe que o empresário está de cabeça fria às 7h da manhã, faz suas visitas e nunca sai de mão abanando. Preocupa e cuida de todo mundo, menos dele. Precisa olhar mais a saúde, para que possa viver por muitos e muitos anos. Meus cumprimentos e de toda a minha família, que o ama de verdade pelos 50 anos de dedicação a imprensa local e pelos 70 de idade a completar em oito de dezembro deste ano”. – Ademir Reis – diretor de Comunicação da Câmara Municipal e editor chefe do jornal Gazeta de Uberlândia.

 

“Para mim, falar de Mauro Mendonça é muito simples, pois o conheço ha mais de 30 anos, ou seja, antes da criação da Revista Dystak’s. Em minha opinião ele é um super profissional, competente, determinado e persistente. Se não fosse, sua revista não chegaria aos 30 anos. Ele é muito focado no seu negócio, focar é a palavra que eu mais uso, pois se as pessoas não focarem, não sobrevivem. Antes da criação da revista, o Mauro fazia o informativo do Tangará Clube, UTC, Paula Tavares, Futriquinha, Cajubá, Férias Totais, Lions, Rotary e muitos outros. Para encerrar, quero deixar um grande abraço e dizer que tenho muito orgulho de ser seu amigo há mais de 36 anos, pois ele é um guerreiro”. – Odomires Mendes de Paula – empresário presidente do Tangará e diretor da ABRAMPE.

 

“É extremamente relevante eu poder falar um pouco da imensa história profissional do Sr. Mauro Mendonça, meu pai. Na íntegra posso dizer que este homem tanto no pessoal quanto no profissional é autodidata, uma pessoa que coloca as mãos a serviço do povo e de sua comunidade sócio empresarial, e que com todos os parâmetros que ele possa ter com relação a sua postura ética e rígida de ser, ainda assim consegue a empatia das pessoas a seu favor, acima de tudo conquistando o respeito de todos. E digo mais, falar deste grande profissional da comunicação é dizer que estamos falando de um dos símbolos precursores da comunicação não só em Uberlândia como em toda Minas Gerais, é simples, basta analisar quantos veículos impressos possuem mais de 30 anos de mercado em nosso estado. O mais importante é saber que existe uma fonte de conhecimento muito grande neste eterno jornalista/publicitário formado na universidade da vida, e isso sim me orgulha muito, pois grandes novos profissionais que existem no mercado foram formados profissionalmente na faculdade da vida por este grande mestre de ensinamentos reais que estão longe de ser mostrados nas cadeiras das faculdades e universidades. Falar da representatividade de meu pai perante a imprensa é tocar em assunto muito delicado, pois logicamente sou suspeito para falar, mas ainda assim não é difícil, pois é notável o respeito adquirido por ele ao longo dos tempos perante aos mais diversos jornalistas e publicitários incluindo os proprietários de veículos de comunicação, apresentadores, produtores, cinegrafistas e editores de TV, assessores de comunicação e imprensa, redatores, editores gráficos, designers gráficos, impressores gráficos e até mesmo os radialistas que o respeitam muito, pois sua primeira função na comunicação foi através das emissoras de rádio. No entanto é bastante importante ressaltar sim, a sua grande notoriedade em meio à sociedade uberlandense, que cobra a presença do Sr. Mauro Mendonça não como imprensa e sim como convidado, algo que ele não costuma aceitar devido à colocação do dever cumprido. Em primeiro lugar o trabalho, e depois a diversão. E, em sua maioria na tela de seu computador escrevendo matérias para as próximas edições. É gratificante para minha pessoa falar de momentos marcantes, pois não foram poucos e assim acredito que enumerá-los seria impossível, mas é muito importante ressaltar que a longevidade da Revista Dystak’s está no seu poder de superação, em todos os quesitos. Acredito que tudo que acontece em nossas vidas seja novidade, sendo boas ou ruins. No entanto já pude acompanhar tantas histórias junto ao meu pai que posso afirmar que sou fruto de um guerreiro herói, na verdade para mim um ídolo, apelido carinhoso que eu o denomino. Já tive a honra de acompanhar grandes conquistas, de ver de perto grandes autoridades de âmbito nacional o homenagear. Pude ver com meus próprios olhos as edições 100, 200 e 300 e acompanhar a chegada dos 10, 20 e 30 anos da Dystak’s em grande estilo, mas como companheiro é companheiro, acompanhei de perto momentos marcantes que merecem seu destaque pela força de viver que meu pai possui no coração, momentos como em novembro de 2010. Ele sofreu uma violenta cólica de vesícula e só ele e eu no hospital (ele se despedindo de mim e eu sem poder fazer nada abraçando com todas as minhas forças e orações para que os médicos pudessem fazer algo, e graças a Deus fizeram). Confesso que choramos como deve estar acontecendo agora quando ele ler esta matéria. Passado um mês em 15 dezembro de 2010 um acidente na rodovia (o carro capotou sete vezes, ele foi hospitalizado e Deus nos permitiu que às 14 horas do mesmo dia ele pudesse retornar para casa com a coluna imobilizada e liberado pelo extraordinário médico Dr. Paulo Marinho) e assim por muitos momentos, pude acompanhar sua tristeza vendo amigos e companheiros se despedirem. Mas o meu ídolo com todas as suas orações continua de pé contribuindo com a sociedade na parte que lhe compete e me dando forças para que eu continue esse trabalho que desenvolvo logicamente com tudo aquilo que ele mesmo me ensinou e me ensina até os dias de hoje. São 70 anos de vida e 50 anos de carreira, o que tenho a dizer em primeira mão é que vocês leitores não sabem que ele próprio está fazendo questão de escrever sua obra literária contando sobre Mauro Mendonça, ou seja, uma autobiografia. Com certeza mais uma importante obra escrita pelo nosso autor vai entrar no acervo cultural de Uberlândia, assim como a Revista Dystak’s mensal. Quero dizer que tenho a honra de poder compartilhar um mestre na área da comunicação, com todos aqueles que almejam e merecem algo maior nesta área. E saibam que tenho muito orgulho de ser filho dele e assim quero poder chegar nesta idade com pelo menos um terço daquilo que me foi passado. Parabéns por mais essa conquista meu pai! Saiba que a cada plantio que o senhor faz, a colheita se desenvolve melhor! Só peço a Deus muita saúde ao senhor para que possamos trilhar ainda por muito tempo essa nossa história e que esse mesmo Deus possa também me abençoar com tamanha saúde para que eu possa conseguir prolongar ainda mais a trajetória da nossa Revista Dystak’s! Eu te amo! Muito obrigado por tudo”. – Gleiner Mendonça – presidente da Rede Dystak’s de Comunicação e apresentador do programa Dystak’s na TV.

 

“Meu amigo Mauro Mendonça, parabéns pelos 50 anos de imprensa. Deus me permitiu conhecer esse profissional ainda quando era delegado de Polícia da Comarca de Tupaciguara. Como sempre foi muito atencioso conosco naquela oportunidade e de lá para cá sempre nos acompanhou e nos prestigiou. Além de ser um profissional e tanto na área da imprensa sempre foi um amigo que nas horas mais difíceis nos orientou, aconselhou e nos ajudou. Fico feliz de ter tido a oportunidade de conhecê-lo e de gozar da sua amizade. Rogo a Deus que te dê muita saúde e que continue sendo esse grande profissional que nos ensina a cada dia”. – Dr. Samuel Barreto de Souza – delegado chefe do 9º departamento de Polícia Civil de Uberlândia.

 

“O Mauro é um batalhador polivalente. Um guerreiro da comunicação da nossa cidade. Vende, redige, fotografa, edita, publica. Sua capacidade de circular por diferentes segmentos da nossa sociedade é outra de suas habilidades. Todo profissional da área tem suas características, mas inegavelmente o Mauro Mendonça é único. Original, sem chance de ser imitado”. – Celso Machado – empresário.

 

“Mauro, sabemos que quando você iniciou o seu caminho com mil léguas de distância, não sabia quais as pedras que encontraria, mas iniciou passo a passo sua jornada. Sabemos que as dificuldades foram muitas e já se passaram 50 anos. Com bravura e muito esforço você buscou a cada dia o seu sonho. Sonho esse que nos trouxe muitas alegrias com suas homenagens e reportagens que nos engrandecem. Por seus próprios méritos venceu. E hoje os aplausos são todos para você. Parabéns pelo ouro que conquistou e muito sucesso. Você merece”. – Lourdes e Reinaldo Queiroz – diretores do Posto Queiroz.

 

“Mauro Mendonça é um nome que deve ser lembrado como um dos grandes profissionais na área de comunicação de Uberlândia e região. Reúne em si um misto de profissionalismo, criatividade e trabalho que o tornam um profundo conhecedor da arte de se comunicar. Um entusiasta pela profissão, pela vida e pelo desenvolvimento de nossa Uberlândia, faz muito pela prosperidade dos negócios apoiando a visibilidade das empresas e instituições”.  – Isabel Rosita – gerente de Marketing do Iso Olhos.

 

“Caro amigo Mauro, me recordo de quando, em junho de 1966, nós, dois jovens locutores iniciantes, nos encontramos pela primeira vez na Rádio Educacional e Cultural de Uberlândia. Desde então, concebeu-se uma amizade regida pelo ternário simpatia, confiança e respeito. Os anos se passaram e cada um de nós trilhou seu caminho, mas, apesar disso, a nossa amizade perdura. Respeitado profissional da área de comunicação há 50 anos atuando na área. Você fundou a Revista Dystak’s que agora alcança três décadas de sucesso e crescimento ancorados no amor à profissão, na dedicação de sua equipe e na alta qualidade das matérias publicadas. É com imenso carinho, por isso, que não posso deixar de parabenizá-lo por esta data e dizer que você irá se eternizar pelo trabalho realizado e pelo profissional ético que sempre foi”. – Dr. Carlos Alberto Miro da Silva – advogado e empresário.

 

“Parabéns para a equipe Dystak’s pelos seus 31 anos de conquistas por trabalhar com dedicação, entusiasmo por um bem maior para sociedade e isto se deve ao grande empreendedor Mauro Mendonca, que está completando 50 anos de carreira na imprensa. Tenho orgulho de ser parceira desta revista e ter o Mauro como meu grande eterno amigo. Mauro parabéns por estas vitórias e as outras que virão. Amo-te muito amigo”. – Dra. Marina Ester da Silva – empresária – Odonto Estética.

 

“Uma profissão apaixonante e envolvente, porém, árdua e às vezes ingrata. Talvez não seja diferente de outras atividades, mas viver e sobreviver da mídia, é para poucos. Em nosso mercado não foram muitos que chegaram neste nível de experiência, por isso e por outros motivos devemos reconhecer e homenagear estes “arautos” que começaram em tempos mais árduos, outros desafios existiam além dos atuais, mas superar a cada dia, a cada lauda, a cada edição e publicar uma mensagem em mais de cinco décadas não é para qualquer um. Parabéns Mauro, você é uma grande referência para os comunicadores de nosso mercado”. – Carlos Magno Ribeiro d´Armada – gestor da Magno Publicidade e presidente da APP Uberlândia.

 

“O Mauro é uma pessoa comprometida e dedicada com a notícia em nossa cidade e região. Meio século de informação”! – Sérgio Tannus – diretor da Conel Construtora.

 

“Parabéns Mauro Mendonça pelos 50 anos de trabalho na imprensa. É com grande satisfação que contamos com a sua dedicação à frente da Revista Dystak’s, espero ainda poder acompanhar esta atuação brilhante por muito mais tempo! Abraços, meu amigo campeão”! – Tenente Lúcio – deputado federal. 

 

“Mauro Mendonça é um homem muito respeitado na sociedade uberlandense porque fez por merecer. Iniciou o seu trabalho com muita simplicidade, e apesar de ter vindo de uma família humilde, sempre foi muito desembaraçado, determinado e perseverante. Uma pessoa que foi em busca dos seus sonhos. Sei que não foi fácil para ele, começar o projeto de uma revista naquela época sem capital, e ter conseguido fazer com que a Revista Dystak’s desse certo e chegasse aonde chegou, é uma vitória muito grande. Eu o admiro muito. Outra questão que me deixa muito orgulhosa a respeito dele, é o fato de as pessoas me compararem muito a ele com relação ao jeito de ser, principalmente no que diz respeito a ter responsabilidade e compromisso no que faço.

Pai, nestes 50 anos de sua atuação na imprensa, muitos acontecimentos me marcaram, mas o que eu jamais vou esquecer e levo sempre em minha vida pessoal e profissional, foi quando o senhor me ensinou a ter compromisso com tudo, inclusive com horário. Durante os dez anos que trabalhamos juntos pude presenciar. O senhor é assim até hoje – dedicado, caprichoso, sempre faz tudo com amor, determinação e perseverança. Parabéns por essa vitoriosa luta”. – Rúbia Mendonça – empresária.

 

“Primeiro lugar queria demonstrar a minha alegria e emoção em poder estar compartilhando com esse amigo e grande profissional, Mauro Mendonça, por esse momento singular e por mais esse exemplo e conquista alcançada. Em 2005, ao chegar a Uberlândia, nos desfiles das escolas de samba, na Avenida Monsenhor Eduardo, fui apresentado a Mauro Mendonça que de posse de sua amiga inseparável, a máquina fotográfica, cobria o evento. Aproximava-se a madrugada e ele estava atento a todos os acontecimentos. De imediato, pude perceber que estava diante de um profissional compromissado, apaixonado com o que fazia e extremamente perspicaz, simpático e gozador. Ali nascia uma amizade e um respeito recíproco, que me lisonjeia nesta data, a falar um pouco desse amigo. Abstraindo a amizade, aprendi e convivi, nesses anos, com um profissional de imprensa exigente, detalhista, arrojado, ousado, atual, inovador, solidário, respeitoso, agregador, preocupado com as pessoas e com as instituições. Amigo, porém sem perder a capacidade crítica. Prestativo, criativo e bairrista com as coisas de Uberlândia e de Minas. Um profissional de imprensa e comunicação que com mérito, criatividade, profissionalismo, capacidade e muita qualidade construiu uma rede de comunicação que é a Dystak’s e nos presenteia a cada lançamento, com matérias, opiniões e reportagens que exportam as qualidades e as pujanças de Uberlândia e de seus moradores. Caro Mauro Mendonça, que esses 50 anos sejam comemorados de maneira efusiva, que com as graças de Deus possamos compartilhar por muitos anos de sua amizade e desfrutar de sua inteligência e qualidade de seu trabalho. Em meu nome e de minha família, tenho o enorme prazer de cumprimentá-lo e desejar votos de continuado sucesso. Parabéns e muitas felicidades”! – Dilmar Fernandes Crovato – coronel PM QOR.

 

“Falar do Mauro Mendonça é simples, pois ao invés de ensiná-lo este me ensinou, declamando, Lúcio Abreu Sêneca: ‘as grandes injustiças só podem ser combatidas com três coisas: o silêncio, a paciência e o tempo’ e Benjamim Disraeli: ‘Quando os homens são puros, as leis são desnecessárias: quando são corruptos, as leis são inúteis’. Este é o Mauro Mendonça”. – Dr. Morillo Cremasco Júnior – advogado e empresário.

 

“Falar sobre Mauro Mendonça para mim não é difícil. Conheci o seu pai que conviveu com meus avós paternos às margens do Rio das Velhas nas localidades Volta Grande, Fazenda do Catete, Desengano e região. Fui colega de assento no curso ginasial, no antigo e saudoso Liceu de Uberlândia de seu irmão Geraldo. Mauro foi meu técnico no time de futebol formado por ele, de saudosa lembrança o “Ipiranga”, quando sob sua batuta treinei e joguei como ponta esquerda no campo de terra onde é hoje o Condomínio Europa, às margens da Avenida Rondon Pacheco. Vi que não era minha praia e abandonei a carreira futebolística. Como torcedor do Uberlândia Esporte, recordo de memoráveis partidas, dentre elas a da Seleção da Rússia jogando no Estádio Juca Ribeiro e Mauro era o repórter de campo, atuando às margens do gramado transmitindo os lances de maior emoção e aqueles que levavam o público ao delírio, entrevistando craques do “periquito” como Zinho, Fazendeiro, Renato, Barizon, Dunga, Reis e outros. Ele estava em campo quando o nosso craque “Guegue” driblou Garrincha na lateral do campo. Lembro-me também quando Mauro começou a dar forma ao seu ideal de publicar uma revista, que é hoje a Dystak’s, das suas dificuldades, mas sempre perseverante e aguerrido superando os obstáculos com obstinação. Profissional competente que privilegia o correto e que não se contenta com o perfeito, ele está sempre buscando o diferencial que o destaca dentre os ícones da comunicação na cidade e região. Portanto, para falar sobre Mauro não é difícil, é muito mais do que isto é quase impossível descrevê-lo como pessoa e profissional”. – Dr. Roberto Matos – advogado e empresário.

 

“50 anos de imprensa é para poucos. Mauro Mendonça, é um lutador e um exemplo de pessoa para muitos. Um homem determinado e batalhador. Embora genioso, é amado por muitos. Em nove anos de convivência pude aprender muito com ele, e sou muito grata por isso”. – Vanessa Melazzo – secretária e administradora da Revista Dystak’s.

 

“O Mauro é um ícone da imprensa de Uberlândia, todo mundo o conhece, e ele é bem respeitado aqui na mídia impressa. Eu comecei a trabalhar com o Mauro em 1986, na época nós fazíamos em torno de oito jornais por semana, incluindo também o jornal Dystak’s que a partir da edição número 21, passou a ser Revista Dystak’s, era muito corrido para nós, a nossa equipe era pequena e na época era feito tudo manual. E o Mauro sempre foi um ótimo profissional. Sou companheiro dele dentro da empresa há 31 anos. Meu único local de trabalho”. – João Pacheco – diretor de arte da Revista Dystak’s.

 

“Acho o trabalho do Mauro excelente. Ele é muito focado e tem uma voz maravilhosa. Então não poderia ser diferente. Trabalhar com o Mauro Mendonça todos os dias é uma barra, mais no final do dia é um prazer, porque sou apaixonada pelo trabalho dele. O Mauro sabe chegar às pessoas, se comunicar, e falar o que quer, ele é direto e objetivo. Além de ser muito guerreiro e trabalhador”. – Sueli da Silva – secretária da Revista Dystak’s.

 

“Falar o que do Mauro Mendonça? Só posso dizer que ele desde que cheguei a Uberlândia foi uma pessoa que estava presente em todas as atividades de minha empresa, na antiga sede da Avenida Afonso Pena. Eu era apenas um decorador e pelo destino cheguei a Uberlândia e encontrei este padrinho que acima de tudo sempre foi amigo, companheiro, parceiro, cliente e fornecedor. Jamais esteve ausente em todas as atividades de nossas empresas, hoje RD e Palácio de Cristal, acompanhando sempre os meus passos e preocupado com a saúde de meus pais. Gostaria que tivéssemos outros Mauro Mendonça na imprensa para fazer Uberlândia crescer ainda mais. Parabéns padrinho Mauro, por este cinquentenário de brilhantismo na sua carreira como radialista, escritor, criador e diretor da grande Dystak’s, além de encontrar tempo para os favorzinhos que jamais deixam de procurá-lo nas horas difíceis. Copiá-lo é até fácil, o difícil é encontrar a tenacidade do batalhador. Pioneiro, guerreiro e amigo Mauro Mendonça. Parabéns pelos seus 50 anos na imprensa de Uberlândia”. – Rodrigo Magalhães – RD e Palácio de Cristal.

 

“Eu conheço o Mauro há cinquenta anos. Sei da sua luta desde o começo como jornalista esportivo, com o trabalho na produção do jornal. Eu prestava serviço imprimindo o jornal dele. Depois do jornal, ele passou para a produção da revista. Ele é um arquivo da história, porque tudo o que ele escreveu e publicou, foi e é útil. É um batalhador no setor da comunicação, ele busca o melhor para a sociedade através da sua revista. O Mauro é muito trabalhador, ativo, muito amigo e bem relacionado, camarada, ótimo companheiro”. – Pedro José Nascimento – empresário.

 

“O Mauro é uma pessoa ímpar da área de comunicação. Da nossa geração até hoje não tem ninguém que ficou na área como o Mauro. Ele representa uma pessoa diferenciada, primeiro pela capacidade de trabalho e pelo profissionalismo, depois pela disposição física que ele tem para registrar e participar dos eventos. Então ele é um gentleman”. – Sebastião Dias dos Reis – fotógrafo do Estúdio S, e diretor da Proformat.

 

“Eu vi a Revista Dystak’s nascer em 1986. Na época era o nosso estúdio que fazia as fotos que o Mauro fotografava da sociedade Uberlandense. Admiro muito o trabalho do Mauro, pois é ele um exemplo de perseverança, determinação e sucesso em tudo o que faz. Parabéns Mauro pelos 50 anos de atuação na imprensa, e a família Dystak’s por esses 31 anos, e que venham mais 30”. – Santelmo Souto – fotógrafo da empresa – Fotos Santelmo.

 

“Mauro Mendonça, 50 anos de dedicação a imprensa, seu espírito inovador fez de você um pioneiro. Para chegar aos 50 anos é preciso vencer todos os anos com muito trabalho e perseverança. Nesse tempo, você foi nosso parceiro promovendo nossos produtos e participando sempre em nossas atividades sociais e empresariais. Seu trabalho engrandece nossa cidade. Você e a família Dystak’s estão de parabéns e merecem nossos aplausos. Desejamos a vocês muito sucesso. Parabéns amigo”! – José Neuton dos Reis Ângelo – empresário Comercial Reis Ângelo.

 

“Falar de um amigo, é muito fácil, o Mauro é um vitorioso. Um homem de muita garra e determinação. Merece todo esse sucesso em sua vida. Só tenho de lhe desejar muito mais sucesso e realizações. Um forte abraço”. – Flávio Malheiros – corretor.

 

Conforme foi descrito acima, inúmeros fatos ocorreram do ano de 1966 até os dias de hoje, e quem pôde participar dos acontecimentos através da imprensa, fazendo a cobertura jornalística e fotográfica como o Mauro Mendonça, que está ativo no mercado, é considerado um vencedor. Há 50 anos muitas empresas abriram e fecharam, várias foram engolidas pela concorrência, e até mesmo pela falta de gestão. Muitas solenidades aconteceram, várias pessoas físicas e jurídicas foram homenageadas e reconhecidas, centenas de milhares de pessoas assumiram cargos e se aposentaram. Diretorias foram mudadas, instituições e sedes foram inauguradas, leis e produtos mudaram rapidamente, como a tecnologia, eleições aconteceram a perder de vista. Muitos ganharam, outros perderam, e o que ficou foi a vivência, a oportunidade de registrar cada momento, e de aprendizado que os profissionais da imprensa têm. Afinal 50 anos de profissão não é para qualquer um, é filme de longa metragem.

 

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