Como falar de 300 edições, sem agradecer a Ele!

Contando histórias, lembrando fatos, os tropeços e vitórias, a equipe Dystak’s tem comemorado a edição que está chegando em suas mãos. Foram dias de pesquisas, escolhendo fotos, desenhando a editoração e fazendo um trabalho na busca da alegria dos leitores, como explica a equipe nesta reportagem.

 A vida é aquela que muita gente conhece, mas que a família Dystak’s não cansa de repetir, pelas graças alcançadas, o empreendedorismo que está dando certo e o número de empresas e pessoas que já foram destacadas na Revista. Algumas ainda são sucesso, mas infelizmente outras os empresários resolveram mudar de ramo e desapareceram.

A equipe Dystak’s sempre procura criar o melhor, e certa vez o saudoso Moacir Lopes de Carvalho disse que “empresa que prospera é aquela em que seus diretores têm a versatilidade e a possibilidade de mudar os rumos da conversa ou do conteúdo de uma programação de acordo com os interesses financeiros, técnicos e que venham ao encontro dos desejos de ouvintes, leitores e a população como um todo”. Esta é uma posição seguida pelos grandes empresários de sucesso e para os componentes da Rede Dystak’s de Comunicação nada é diferente. É por isto que estamos entregando a edição 300 de nossa Revista, inspiração para muitos, mas segmento correto de poucos que se arriscaram a concorrer no mercado.

O começo

Tudo começou no dia 1º de abril de 1966, quando o atual Superintendente iniciou a carreira na Rádio Cultura, época em que a televisão estava engatinhando, a FM não existia com programação destacada e quem mandava era o rádio AM. As poucas linhas telefônicas mal davam para quem queria falar e através do rádio eram enviadas notícias, recados, músicas e tudo mais. Mauro Mendonça começou na Rádio Cultura, foi para a famosa Educadora e retornou à Cultura na grande equipe comandada por Paulo Henrique Petri, um empresário que até hoje tem o respeito pela dignidade que oferece à família, aos amigos e ex-funcionários. Muitos já se foram, mas outros estão aí para contar como era. Maurílio Catito, Edson Geraldo, Luiz Alberto Tomé, Ademir Reis, Huguismar Quintino, Alfredinho, Abílio Segadães e outros que fizeram história podem dizer melhor.

A última atuação na rádio pelo Mauro Mendonça foi na Difusora, em 1978. Em 1975 se arriscou e foi ser comerciante em Rio Verde (GO), retornando à Uberlândia, em 1976. Voltou como free lancer na Rádio Difusora, mas de bom mesmo foi ser contato comercial na Redice, onde era vendedor de telefones na famosa expansão da Companhia de Telefones do Brasil Central, quando o Celso Machado havia conquistado a concessão para as comercializações, além da venda de imóveis na Cidade Jardim e Mansões Aeroporto. Ele lembra que á vista, um telefone fixo (o que tinha na época) custava R$6.034, com prazo de instalação a perder  de vista. Em 1979 foi mandado embora da Redice e se dedicou a fazer jornais. Foi no período de 79 até 1985, quando então criou o Jornal Dystak’s, um sucesso na área social.

O prefeito da época era o Dr. Zaire Rezende; Odomires Mendes de Paula era presidente do Tangará e um conglomerado de clubes dentro do projeto Férias Totais, que envolvia áreas de recreações num quadrilátero de Guarapari (ES), ou Pirapora, norte de Minas, passando por Uberlândia, Caldas Novas, Anhanguera, Três Ranchos e outros centros indo até Gurupi (GO); o presidente do Praia Clube era Oranides Borges do Nascimento; Eduardo Hubaide, presidente do Cajubá; Lázaro de Oliveira e Silva tinha as grandes lojas de Esportes Imperial e Palácio dos Esportes; Tarcísio Cerqueira, o melhor fotógrafo da região; Luiz A. Elias, o grande colunista social; assim bem como outras personalidades que deram força técnica, para que tudo acontecesse. Entre os muitos jornais que eram feitos, tinham os dos colégios Anglo e Objetivo, UTC, Férias Totais, Paula Tavares, Clube da Colina (Cajubá), Promove, Náutico Anhanguera, Tangará, Cachoeira Dourada, Rotary Clube Uberlândia Centro, Caça e Pesca, Panorama Esportivo e dezenas de outros que surgiam e eram feitos sazonalmente. Apoio logístico e técnico, foi do grande Alfredo Mário Lima, sem contar assessorias de Eleida Caetano, Onofre Camilo, Eniêne Jânia e outros tantos, incluindo o chefe da casa, o grande João dos Santos Pacheco, este ainda responsável pela criação gráfica dos nossos veículos até hoje. Mudou nossa empresa, mas ele decidiu ficar com a gente.

Os projetos

Lógico que a história está registrada nas edições da Revista, e uma das grandes alegrias do Superintendente foi ter conseguido passar para o filho Gleiner Mendonça uma Revista que está atingindo 300 edições, um título com 27 anos e milhares de pessoas e empresas que figuram como destaque em cada publicação.

O atual presidente Gleiner Mendonça Machado assumiu a presidência da Revista com sua empresa GM Serviços e Publicidades Ltda, criando a Rede Dystak’s de Comunicação no dia 1º de março de 2010, em uma solenidade que contou com o aval de centenas de pessoas de todos os segmentos da alta camada social e empresarial de Uberlândia, em festa realizada na Câmara de Dirigentes Lojistas de Uberlândia.

Formado em publicidade e propaganda na UNIT, Gleiner Mendonça nasceu no dia 29 de maio de 1979, vindo ao mundo pelas mãos do Dr. Raif Antoun no antigo Hospital Santa Terezinha. Hoje é o produtor e apresentador do programa Dystak’s na TV, cujo início foi em canal aberto, mas para atender ao seleto público, ficou resolvido que entraria em canal fechado, estando hoje no Canal da Gente.

O presidente sempre diz  que chegou ao cargo graças ao apoio que sempre teve de sua família, para que pudesse estudar e criar aquilo que pretendia para seu futuro. Aliás é um sonho alimentado desde cedo, pois aos cinco anos ele já saía com a equipe para cobrir eventos, especialmente aqueles abertos, como as competições esportivas, desfiles e outros eventos, onde não se exigia a maioridade.

A participação social e empresarial

A direção da casa sempre contou com o apoio dos mais diversos setores empresariais e sociais de Uberlândia, onde não se pode esquecer os nomes de João Luiz Mendonça e Hélcio Testa, no Uberlândia Clube, os casais Lázaro de Oliveira e Silva e Sra. Orlando Pinto Guimarães e Sra. e o saudoso Eloi Costa e sra, além de centenas de outros que na década de 80 deram uma força danada para que houvesse solidifificação na estrutura da empresa. Sempre atuando ao lado da Dystak’s personalidades do que é destaque em cada segmento, não se pode deixar de falar de ninguém, o que é impossível, e em nome de Celso Vilela, Viviane Espindula, Roberto Matos de Brito, Odelmo Leão, Norberto Nunes, Paulo Roberto Salomão, Messias Araújo, Marco Antônio Guilherme, Nilson Dias, Olgálvaro Nominato de Bastos, Angélica Ferreira, Luiz Fernando Violatti, Fernando Nascimento, Neocir Mocelin, Ivan Santos Pereira, Pascoal Lorechio, Marco Aurélio Menegaz, Ricardo Matia, Raif Antoun, Carlos Aparecido, Sérgio Tanús, José Oscar Bredariol, Samuel Barreto, Rodrigo Magalhães, Dilmar Fernandes Crovato, Joaquim de Paula, Adriana Senhorinha, Willian Dias, Morilo Cremasso, Marina Ester, Marli de Souza, e muitos outros, a certeza da continuidade da Revista se depender do apoio desta sociedade empreendedora de Uberlândia.

Não podemos negar o apoio do Izaias Alves (Colégio Objetivo), José Rizzo (Colégio Anglo), Flávio Malheiros (diretor da Stallus, empresa de fotolito e Revistas da área rural), Santelmo Souto (Santelmo Fotografias), Marcos Araújo, Rogério Rodrigues, Sebastião dos Reis (Studio S), Antônio Naves (Vidraçaria Triângulo), Edval José da Costa e José Neuton (Reis e Costa), Leonídio Bouças, Pascoal Lorechio, Willian Manoel Cecílio, Carlos Salomão, Mohamad Akl, Ivaldo Naves, Norberto Nunes, Lilian Rodrigues Cerqueira, Morilo Cremasso, Valter von Kruger Sobrinho, Fábio Antônio Pozzi, Rubens Guilherme, e entre os que já partiram estão: Osvaldinho, Joaquim Vital, Cícero Naves, Fausto Gonzaga de Freitas,  Munir Tanús Abdala, Carlos Oberto Tosta, Adelson Ferreira Tavares, Virgílio Galassi, Oranides Borges do Nascimento, Agenor Machado da Silveira, Osvaldo de Oliveira, Waltercides Borges de Sá, e muitas pessoas que ajudaram e estão nas memórias da equipe Dystak’s.

Um empresário que realmente é amigo da família Dystak’s é o Pedro José do Nascimento Machado. Este senhor enquanto atuava como titular na Gráfica de sua propriedade deixava as portas abertas para a Dystak’s e até hoje, quando pode, passa em nossos escritórios só para bater um papo e atualizar os laços de amizade. Somos eternamente agradecidos pelo que ele fez e faz por nós, para que possamos continuar nesta caminhada.

A editoria

No passado que não vai tão longe, os empresários tinham um respeito maior pelos veículos de comunicação. Hoje surgiram as assessorias e existem plantações de notícias de todos os segmentos. A Dystak’s recebe centenas de e-mails pedindo espaços, mas sempre explicamos que trabalhamos apenas com o comercial e o de graça fica por nossa conta e não precisamos tanto de gente de fora. É lógico que existem excessões. São duas ou três empresas que prestam assessorias e que realizam trabalho sério na cidade e em nome de Maristela Gramacho, Analu Guimarães Machado e Keila Miranda, agradecemos o apoio e o exemplo de assessores na cidade. Agora tem gente que só conhece Uberlândia pelo mapa e tenta plantar notícias de seus interesses na base do de graça. Ah, tem ainda aqueles que fazem coquetelzinho e nos convida. De graça nada. Tem até umas passagens interessantes e numa destas um marqueteiro de segunda, disse que era uma oportunidade de comermos bem. Respondemos de imediato que bem nós comemos em casa, porque nos sentimos à vontade. A empresa durou pouco tempo e deu o cano até no buffet que fez o evento.

O comercial

Um caso sério.

Ainda na última reunião este assunto foi tratado e acabamos por descobrir que a grande maioria das empresas de Uberlândia não são visitadas pelos nossos consultores. Para quem sabe o que quer na divulgação de seus negócios ou eventos, é negócio fechado. Alguns até questionam sobre o investimento, mas isto é normal, pois todos sabem o resultado final.

É lógico que respeitamos nossos investidores pela elevada carga tributária a que estão sujeitas as empresas brasileiras, mas a Dystak’s é resultado certo para quem tem o que oferecer. Aqueles empresários sérios e competentes naquilo que fazem anunciam conosco. Agora por incrível que pareça, tem gente que quer entrar em algum segmento do mercado por imposição do pai, para arranjar alguma coisa para fazer, mas dá com os burros na água. Deixam apenas prejuízos e sequelas, ou dívidas para os papais.

Tem até alguns casos em que uma família investe mais de 100 mil reais em um casamento de seus filhos e querem matérias de graça na Revista, ou uma cota no programa. Ridículo e tremenda falta de respeito conosco e outros veículos em circulação. O pior é que tem veículos que vão no embalo no intuito de agradar aos festeiros. Comem, bebem e colocam até páginas nos jornais, revistas ou outros meios de comunicação. Não é o caso da Rede Dystak’s de Comunicação, que só atua nos eventos quando contratada.

A concorrência

Quando se trata da palavra concorrência, ela é mal encarada pela equipe da Rede Dystak’s, seja na Revista ou no programa Dystak’s na TV. Cada um tem o seu segmento e nós sempre respeitamos. Aquilo que não nos cabe, até sugerimos para o investidor um veículo próprio, pois hoje surgem e desaparecem revistas a todo instante. Tem gente formando e achando que o mercado é uma beleza e que a Dystak’s nada no dinheiro. Ninguém sabe o que fazemos para conquistar este triunfo e chegar a edição 300, com a participção fantástica Dele, não só na empresa, mas até na vida pessoal de cada um de nossos componentes.

Para ser mais sincero achamos que a que a concorrência não existe e se alguém tenta nos copiar, mudamos as regras do jogo. O que mais existe na verdade é o ciúme. Acontecem coisas no dia a dia que só as regras dos invejosos cobrem. Tem gente que sonha ser o rei e quando acorda descobre que continua sendo mais um que se frustrou com suas iniciativas de perseguições.

O apoio das autoridades

Ele sempre nos conduz a ter um apoio fantástico de todas as autoridades. Exceto as movidas pelo ciúme ou pelo ego do ter, antes de ser. Na vida da Dystak’s tem algumas passagens que registramos apenas como documentário, pois afinal de contas estamos em resumo de 300 edições da Revista. No dia 11 de abril de 2008, quando soltaram um mandato de prisão para o atual Superintendente devido a uma promoção da Revista, as autoridades convocadas agiram com lealdade, e apesar dos prejuízos materiais, morais e financeiros, com tudo pago, foi melhor a decisão tomada. Uma coisa que acabou deixando sequelas, mas deixa prá lá. O grupinho responsável pela denúncia infundada até hoje procura aproximação, mas como em toda regra, existem as excessões. No entanto, os nossos trabalhos sempre contaram com o apoio da grande maioria dos integrantes das polícias Federal, Militar, Civil e os próprios Bombeiros, que em duas oportunidades conduziram o chefe até o hospital. Acidentes feios, mas o guerreiro está firme graças a Ele.

Bebendo o próprio veneno

No transcorrer destas 300 edições de nossa Revista, passamos por alguns caminhos onde mal feitores tentaram colocar espinhos para esvaziarem nossos anseios. Tem casos de empresários que fizeram serviços de outros clientes com o nosso papel, gente que cobrou aquilo que não havia sido acordado, outros que agiram com deslealdade, mas hoje estão saboreando o veneno que tentaram colocar em nossas veias. Todos podem ter certeza que não foi maldade nossa, e sim Ele quem está de olho em tudo. É gente que nem faz mais parte do mercado

Amizade, respeito e interesses

A idade sempre caminha.

O nosso presidente Gleiner Mendonça conta que estudou o primário e o ginasial no Colégio Objetivo. O colegial concluiu no Colégio Anglo, na Avenida Cipriano Del Fávero, 790. Estudava ao lado de uma turma que sabia onde queria chegar e hoje é formado em publicidade e propaganda pela UNIT, e seus colegas em medicina, ciênciais contábeis, direito, engenharia e outros cursos importantes, mas sabe que a maioria concluiu cursos superiores.

Gleiner afirma “hoje entendo melhor o porque papai trabalhava tanto quando eu era novo. Temos que acordar cedo e deitar tarde, procurando sempre atender aos exigentes e respeitados clientes em suas promoções e eventos com grandeza. Além da amizade que papai nunca dispensa, gozamos ainda do respeito dos leitores e investidores que olham sempre os interesses no crescimento de seus trabalhos, ou mesmo apresentações naquilo que estão propondo ao mercado consumidor. Hoje o mercado está competitivo e exigente. É por isso que o profissionalismo tem que ser colocado em primeiro lugar. Na minha opinião, se não contarmos com Ele no início do segundo trimestre de 2013, já poderemos amargar alguma coisa que está sendo praticada hoje na base do vai da valsa. As promoções de liquidações de estoque, descontos de IPIs para determinados itens, aberturas de crédito em várias linhas podem causar um buraco a curto prazo, isto se Ele não fizer com que as mentes dos governantes tragam de volta a segurança e a tranquilidade para quem atua em todos os segmentos comerciais, empresariais e promocionais, podendo atingir até os profissionais liberais que ficarão sem os clientes, recheados de investimentos desestruturados e com longos prazos para pagamentos. Basta observarmos quando há um prêmio acumulado em qualquer concurso lotérico, em que os entrevistados falam que se ganharem, a primeira coisa que vão fazer é quitar as dívidas, um exemplo que estamos vivendo agora com a chegada do 13º salário”, conclui.

O que mudou na cidade

 Nas 300 edições da Dystak’s podemos dizer que tudo mudou. A Revista sempre está de cara nova, homens e instituições mudaram suas atitudes, empresas apareceram ou cresceram, enquanto outras desapareceram. Enfim, hoje folheando o arquivo da Dystak’s, vemos quanta coisa mudou. O centro da cidade já não é mais o mesmo. As pequenas lojas de calçados, roupas, bancos e outros segmentos, deram lugar às grandes magazines.

Tudo foi acompanhado pela Dystak’s e, em registro, as grandes construções que mudaram o Praia Clube, tornando-o o maior clube da América Latina. O crescimento do Cajubá, Caça e Pesca, UTC ou mesmo os novos clubes como Tangará, Girassol, AABB, AERISA e tantos outros, especialmente aqueles formados para atenderem aos funcionários de determinadas empresas ou instituições, exemplificando a ASUFUB.

Lojas como Carlos Saraiva, Dom Fernando, Esportes Imperial, Moveis Tim, Lojas das Bandeiras, Supermercados Uberlândia, Supermercados Alô Brasil, Motomaq, Motolândia, Autolândia, Terraço, Lares Materiais para Construção, A Construminas, Comercial Silveira, Geral Materiais para Construção, Moveis Testa, Livraria Kosmos, A Constrular, Casa Osvaldo de Oliveira, A Goiana, Casa Guimarães, Casas Buri, e muitas outras foram incorporadas pelas grandes, ou desapareceram pela falta de estratégia para prosseguimento sucessório.

Nesta edição não podemos deixar de falar também sobre empresas como Alô Brasil, Casas Uberlândia, Boca Quente, Alô Minas, Frigoríficos Omega, Caiapó, Triângulo, Transcol, Comercial Dom Bosco, Hospital Santa Terezinha, Mediclinica, Hospital São Francisco, Santa Casa de Misericórdia, Armazém União, Guaraná Mineiro e Big Boy (Irmãos Zago), grandes restaurantes, casas noturnas e muitos outros segmentos afetados pela modernidade e que não foram acompanhadas pelos sucessores. Hoje temos milhares de empresas e instituições na cidade.

Unedi que congrega empresas do Distrito Industrial, ACIUB, CDL, Sindicatos de todos os segmentos de empregados e empregadores, Hospital do Câncer, Instituto do Coração, dezenas de lojas de materiais de construção, dezenas de construtoras, grandes indústrias, enfim, tudo mudou inclusive as instituições bancárias, onde já tivemos mais de 70 empresas e hoje o número foi reduzido com os grandes se juntando aos estrangeiros e formando os conglomerados, que ao lado da Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil, propiciam as mais variadas linhas de crédito para o crescimento.

Nós da Dystak’s só podemos lamentar aqueles que se foram e desejar aos que aí estão em atividades que continuem crescendo, assim como são ampliadas diariamente as potencialidades comerciais, sociais e empresariais de Uberlândia.

Os investidores

Ele sempre nos conduz aos grandes amigos investidores.

Lógico que os resultados são bons, pois anunciam seguidamente e estão sempre conosco, inclusive indicando nossa Revista ou o programa para seus amigos.

Criamos até o Prêmio Fidelidade, onde clientes estão anunciando há mais de 90 edições seguidamente, ou ainda confiam em nossas equipes as promoções de seus empreendimentos.

Uma oportunidade que sempre temos para avaliar é a festa do dia 11 de abril, onde a alta sociedade empresarial de todos os segmentos se encontra no mais badalado evento da cidade que é realizado no Palácio de Cristal. Em retribuição ao que recebemos, temos ainda a festa da secretária, realizada em homenagem à quem tanto faz pelo crescimento de nossas empresas, uma promoção que já tem os parceiros certos, inclusive com o apoio da Câmara de Dirigentes Lojistas que cede o seu confortável espaço para o show, palestras e coquetel dançante.

O crescimento

Ele nos ajudou bastante em tudo que prentendíamos fazer e hoje temos servido de modelo para muitos segmentos. O difícil é acompanhar a versatilidade da equipe. Aqui as coisas mudam de acordo com os interesses e atendimento aos clientes leitores e investidores, numa facilidade que chega a impressionar. Foi por isto que quando mudou a direção da Revista com a GM Serviços e Publicidades Ltda, o presidente firmou diante do público que estava assumindo e automaticamente convocando Mauro Mendonça para a Superintendência de nossa Rede. É isto que causa ciúmes e inveja naqueles que podem até ser concorrentes. A versatilidade tem que funcionar.

Hoje temos capítulos diferenciados na Revista, assim como no programa de TV. No programa tínhamos contratado espaço em canal aberto, mas acabamos por descobrir que o nosso público é seleto e exige o melhor. Estamos hoje no Canal da Gente. A revista começou no sistema canoa, com páginas coloridas e outras em preto e branco.

Na virada da edição 100, fizemos a lombada quadrada. Na edição 200 fizemos uma revista com o mesmo número de páginas, tamanho maior e a partir daí não retrocedemos mais. Toda a Revista é colorida.

As críticas

Na época em que foi lançado o nome, escrito como está registrado e em evidência até hoje, alguns profissionais da área fizeram críticas. No entanto a equipe enfrentou desafios e hoje Dystak’s é destaque, inclusive com alguns aproveitadores que já tentaram registrar a marca em outros países. No entanto, a nossa patente tem registro internacional e muito bem cuidada pela equipe da Cidvan Marcas e Patentes. Assim como todas as empresas passamos por períodos difíceis quando na ampliação de negócios, entramos na área educacional, o que foi uma gelada devido atuação desastrosa de sócio. Uma roubada. Voltamos atrás, recuperamos o crédito e hoje estamos entregando aos leitores a edição 300, curiosamente fazendo um relato de nossas atividades e um pequeno resumo do empreendedorismo do grande prefeito Odelmo Leão, que entrega o mandato no dia 1º de janeiro, mas está com aprovação de 95% em sua administração. Agora em todos os meios existem as rádios pião e os boatos aqui não são diferentes. A diferença é que aqueles que mais criticaram, tentaram várias vezes entrar no mercado e deram com os burros na água. Não foi praga nossa, e sim os olhares Dele.

Os investimentos

Estamos entrando em um período onde não se pode falar muito em mobilizar uma empresa. As facilidades de crédito são enormes, mas nem por isso devemos pensar em entrar num buraco negro que está afetando a economia no exterior e acaba chegando de certa forma ao Brasil. Então temos sim que investir em pessoal. Atender melhor nossos investidores, ver tecnicamente o que a Revista ou o programa estão atendendo os anseios dos leitores ou telespectadores e dentro de casa mesmo olhar direitinho aquilo que estamos oferecendo aos nobres companheiros de jornada. Todos, sem excessão, merecem nossas atenções em igualdade de condições. Agora, o que for para melhorar os nossos produtos, vamos fazer com certeza.

Os agradecimentos

Ele sempre nos ensinou que devemos agradecer pelo novo dia que surge. Pelos companheiros que temos. Pelas batalhas que vencemos e finalmente as forças Dele para que tenhamos saúde.

Agora sobre alguém importante para nós, seria impossível citar, mas em nome do Rodrigo Magalhães, Angélica Ferreira, Luiz Fernando Violatti, Odelmo Leão, Paulo Ferolla, Daisy Afonso, Ademir Reis, Augusta Maria Mendes Mota, Paulo Salomão, Ricardo Matia, Coronel Crovato, Samuel Barreto, Felipe Aidar, Gilmar Machado, Norberto Nunes, Viviane Espindula, Antônio Naves, Morillo Cremasso, Gilberto Gildo, José Oscar Bredariol, Marli de Souza, Lísias Abrão, ah, tem muita gente que infelizmente não temos espaço para citar todos, mas aos leitores e investidores os eternos agradecimento em nome Dele.

A mensagem

Uma mensagem seria o agradecimento eterno pelo muito que a classe empresarial sempre dedicou à Rede Dystak’s de Comunicação. Sempre encontramos portas abertas e temos que nos vangloriar com isto, pois os exemplos muitos tentam e não conseguem. Aos milhares de cidadãos que já nos cederam suas imagens para ilustrar as páginas da Revista ou o programa de TV, temos que render agradecimentos.

À equipe técnica e competente que produz a Dystak’s, o eterno muito obrigado do presidente. A Ele, o Deus todo poderoso, os nossos agradecimentos pelas vitórias alcançadas, expecialmente na saúde de todos nós, e os pedidos de bençãos para leitores, investidores e pessoas que fazem a Dystak’s, acontecer.

Obrigado pelo apoio e contem sempre com as promoções, eventos, divulgações e propostas da Rede Dystak’s de Comunicação. Deus está nos guiando sempre, o mesmo que faz com você que está nos dando o prazer de conviver com a equipe Dystak’s.

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