Celso Machado lança Almanaque e homenageia pessoas de destaque

celso-machado-web 

O “engenheiro de histórias”, Celso Machado, lançou a 11ª edição do Almanaque, Uberlândia de Ontem e Sempre, em evento realizado no dia 20 de setembro de 2016, no salão de eventos do Cajubá Country Club.

À nossa reportagem o escritor confirmou que a expressão, “engenheiro de histórias”, foi uma criação do amigo e consultor Geni Troiano, um analista de marcas, que conhece bem o seu trabalho e afirmou que com tantas publicações de sucesso, esta patente fica bem para o uberlandense escritor.

A solenidade contou com as presenças de importantes lideranças empresariais, imprensa, amigos, familiares e homenageados do empresário Celso Machado. Entre as muitas personalidades compareceram os escritores, Antônio Pereira e Oscar Virgílio, os empresários Paulo Ribeiro, Rubens de Freitas, Luiz Alberto Garcia e sua esposa Ophélia Garcia, Carlos Magno, Gilberto Gildo, Nicolau Sulzbeck, Paulo Henrique Petri, Panayotes Tatsakis, Carlos Viola, Dilson e Fátima Dalpiaz, Mário Milken, Gustavo Lazarine, Everton Magalhães, Pascoal Lorecchio, Antônio Couto, Sobreira e muitos outros, acompanhando todos os segmentos sociais e empresariais de Uberlândia e região.

Na cerimônia Celso Machado falou sobre a importância que tem destacado no seu trabalho, agradeceu os parceiros, além de homenagear a pianista Nininha Rocha, Nicolau Sulzbeck, Antônio Pereira e Rosilei Machado, que está à frente da Close Comunicação, empresa que completou 25 anos.

Sobre o seu trabalho Celso disse: “uma das coisas mais importantes que nós temos é o relacionamento. Eu não canso de repetir que se tenho algum mérito, é de montar uma equipe mais competente do que eu. Então o que eu faço é estimular as pessoas para darem a sua contribuição. Um empresário que tem colaboradores como a Jane de Fátima, Antônio Pereira, Oscar Virgílio, Professor Júlio César de Oliveira (UFU) e outros, fica tranquilo com sua responsabilidade. Você precisa ver que prazer que é quando nos reunimos com essas pessoas depois que lançamos uma edição, para falarmos sobre a próxima. Os assuntos vão surgindo, então uma coisa vai puxando a outra e aí tudo vai fluindo e vão aparecendo assuntos e ideias que só pode acontecer com quem tem o privilégio de andar bem acompanhado. No Almanaque eu falo que a edição que está saindo é a melhor, só não é melhor do que a próxima. Tenho um problema hoje, e estava vendo isso. Fiquei fora por 25 dias e o tempo todo pensando no próximo homenageado para a edição que vai circular em fevereiro de 2017, as pautas, os entrevistados e as coisas vão surgindo. O resultado é isto que você está vendo nesta 11ª edição do Almanaque. Vamos como sempre escolher pessoas importantes que deram contribuições para o progresso de Uberlândia, e muitas vezes não são reconhecidas, pois eu fico triste em saber que muitas pessoas não recebem o carinho pelo muito que fizeram no passado enquanto estiveram aqui conosco. Uberlândia ama o de fora. Eu digo que o de longe não presta atenção naquilo que estão fazendo os filhos desta gigante cidade. Eu poderia até concluir que o uberlandense tem o chicote curto e só bate em quem está por perto. Elogia só quem está longe”.

Celso Machado ficou um mês em Portugal e afirmou que tem vontade de fazer o projeto, “Portugal de Ontem e Sempre”, ou senão, simplesmente Portugal, contando e ouvindo histórias de lá. “É um projeto que não está descartado, afinal de contas, é a terra de meus pais. Existem, contudo alguns acertos que estamos estudando com equipes portuguesas e as ideias, já tem apoio de gente de Uberlândia que pensa da mesma maneira. Estou pensando seriamente em fazer uma versão mineira do Almanaque, fazer um, “Simplesmente Minas no Almanaque”. Eu só não fiz porque não estou acostumado com o sucesso tão grande que pode vir a ser, e não estou querendo me envolver com projetos que depois eu fique dependente deles. Um dos projetos da minha vida é desfrutar dos meus relacionamentos, jogar o meu futebol que jogo até hoje, fazer o que eu mais gosto quando jogo bola: enquanto todo mundo faz alongamento eu faço alinguamento”, concluiu.

A diretora da Close Comunicação, a empresária Rosilei Ferreira Machado, agradeceu a homenagem que recebeu do esposo Celso por estar à frente do projeto há 25 anos e afirmou: “O Celso é apaixonado pelo que faz, e apaixonado por Uberlândia, então eu só dou força, e sou somente a produtora dele, as ideias surgem a todo instante. Ele já termina um Almanaque pensando em outro. Além disso, temos uma família muito unida dentro da Close, a nossa filha Taisa está muito dedicada, é muito parceira do pai, hoje ela dedica o tempo integral lá na produtora. Eu já estou afastando e ela está gostando desta responsabilidade. O nosso filho, Pedro Eduardo também, mas ele está em outra área, trabalhando no projeto de educação, ligado também com capacitação, com aula, um projeto voltado para outra empresa. Agora eles vão com a gente e é muito bom”, finalizou Rosilei Ferreira Machado.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *